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quinta-feira, 21 de julho de 2016

O Valor das Pequenas Coisas


Como é importante ajudarmos as crianças a crescerem espiritualmente, facilitando o trabalho do auto-conhecimento que todos temos que ter.

O texto psicografado que trago, fala sobre a importância de valorizar as pequenas coisa. Vivemos numa era digital, e é preciso trazer a mente da criança para o simples... é preciso mostrar o amor do Pai e ensina-la que o grande segredo da vida é valorizar o pequeno como o grande e amar a tudo e a si mesmo.

É um texto que poderá ser adaptado para diferentes faixas etárias.

Elaine Saes


"... os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários". I Coríntios 12:22

Todos são peças importantes para o funcionamento do organismo universal. Ninguém ou nenhum trabalho seja desprezado.

Já nos foi dito que nenhum fio de cabelo cai da cabeça sem que o Todo-Sábio tenha dele conhecimento, e certo filósofo asseverou, no passado, que não se pode ferir uma grama no campo sem afetar a estrela mais distante.

A humanidade caminha cada vez mais rápido para fases mais adiantadas de progresso.Por necessidade da sociedade humana, os conceitos de globalização alcançam mais e mais adeptos, facilitando o cotidiano de muitos. Contudo, não há que desprezar o trabalho dos outros, não há que invalidar aqueles que são julgados menores. Todos têm sua importância para que haja harmonia.

O corpo que vos serve de instrumento para a caminhada no mundo guarda um exemplo vivo de como todos têm o seu papel e como são importantes para a comunidade.

O que seria do corpo sem os pés que andam sobre a Terra? Como o homem atuaria sem as suas mãos? Serrá que o cérebro ou o coração merecem mais respeito do que a lingua?

Somos parte de um organismo universal e estamos ligados às estrelas através de tênues fios de amor.

É preciso sensibilidade para valorizar as pequenas coisas. Tudo tem um objetivo, Todo homem tem o seu valor.

Mas, levando o nosso raciocínio para campos mais amplos, podemos ver também a necessidade e o valor de outra comunidades, de outras organizações, de outras religiões e filosofias, e não somente daquilo que julgamos acertado.

Não se esqueça o homem de que o seu ponto de vista é apenas um ponto de vista, e não a espressão máxima da verdade.

Por isso, convém procurarmos nas pequenas como nas grandes coisas o seu valor, que muitas vezes se acha escondido. E, não raros, vemos que aquilo, aquele ou a situação que julgamos de maior importância perde o seu valor diante das pequenas coisas feitas com amor.
Alex Zarthúr - Robson Pinheiro - Livro Serenidade cap 21

quinta-feira, 30 de junho de 2016

“Nunca tivemos uma geração tão triste” - Augusto Cury




Augusto Cury, o famoso psiquiatra que tem livros publicados em mais de 70 países e dá palestras para multidões no Brasil e lá fora, lançou recentemente uma versão para crianças e adolescentes do seu best-seller
 Ansiedade - Como Enfrentar o Mal do Século.
O autor conversou sobre os desafios de se criar os filhos hoje e não poupou críticas à maneira como a família e a escola têm educado os pequenos. Confira!

Excesso de estímulos
“Estamos assistindo ao assassinato coletivo da infância das crianças e da juventude dos adolescentes no mundo todo. Nós alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, sejam presentes a todo momento, seja acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos de videogame ou excesso de TV. Eles estão perdendo as habilidades sócio-emocionais mais importantes: se colocar no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor as ideias, aprender a arte de agradecer. É preciso ensiná-los a proteger a emoção para que fiquem livres de transtornos psíquicos. Eles necessitam  gerenciar os pensamentos para prevenir a ansiedade. Ter consciência crítica e desenvolver a concentração. Aprender a não agir pela reação, no esquema 'bateu, levou', e a desenvolver altruísmo e generosidade.”
Geração triste
“Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar nossas crianças a fazerem pausas e contemplar o belo. Essa geração precisa de muito para sentir prazer: viciamos nossos filhos e alunos a receber muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O índice de suicídio tem aumentado. A família precisa se lembrar de que o consumo não faz ninguém feliz. Suplico aos pais: os adolescentes precisam ser estimulados a se aventurar, a ter contato com a natureza, se encantar com astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais.”
Dor compartilhada
“É fundamental que as crianças aprendam a elaborar as experiências. Por exemplo, diante de uma perda ou dificuldade, é necessário que tenham uma assimilação profunda do que houve e aprender com aquilo. Como ajudá-las nesse processo? Os pais precisam falar de suas lágrimas, suas dificuldades, seus fracassos. Em vez disso, pai e mãe deixam os filhos no tablet, no smartphone, e os colocam em escolas de tempo integral.
Pais que só dão produtos para os seus filhos, mas são incapazes de transmitir sua história, transformam seres humanos em consumidores. É preciso sentar e conversar: ‘Filho, eu também fracassei, também passei por dores, também fui rejeitado. Houve momentos em que chorei’. Quando os pais cruzam seu mundo com os dos filhos, formam-se arquivos saudáveis poderosos em sua mente, que eu chamo de janelas light: memórias capazes de levar crianças e adolescentes a trabalhar dores perdas e frustrações.”

Intimidade
“Pais que não cruzam seu mundo com o dos filhos e só atuam como manuais de regras estão aptos a lidar com máquinas. É preciso criar uma intimidade real com os pequenos, uma empatia verdadeira. A família não pode só criticar comportamentos, apontar falhas. A emoção deve ser transmitida na relação. Os pais devem ser os melhores brinquedos dos seus filhos. A nutrição emocional é importante mesmo que não se tenha tempo, o tempo precisa ser qualitativo. Quinze minutos na semana podem valer por um ano. Pais têm que ser mestres da vida dos filhos. As escolas também precisam mudar. São muito cartesianas, ensinam raciocínio e pensamento lógico, mas se esquecem das habilidades sócio-emocionais.”
Mais brincadeira, menos informação
“Criança tem que ter infância. Precisa brincar, e não ficar com uma agenda pré-estabelecida o tempo todo, com aulas variadas. É importante que criem brincadeiras, desenvolvendo a criatividade. Hoje, uma criança de sete anos tem mais informação do que um imperador romano. São informações desacompanhadas de conhecimento. Os pais podem e devem impor limites ao tempo que os filhos passam em frente às telas. Sugiro duas horas por dia. Se você não colocar limite, eles vão desenvolver uma emoção viciante, precisando de cada vez mais para sentir cada vez menos: vão deixar de refletir, se interiorizar, brincar e contemplar o belo.”
Parabéns!
“Em vez de apontar falhas, os pais devem promover os acertos. Todos os dias, filhos e alunos têm pequenos acertos e atitudes inteligentes. Pais que só criticam e educadores que só constrangem provocam timidez, insegurança, dificuldade em empreender. Os educadores precisam ser carismáticos, promover os seus educandos. Assim, o filho e o aluno vão ter o prazer de receber o elogio. Isso não tem ocorrido. O ser humano tem apontado comportamentos errados e não promovido características saudáveis.”
Conselho final para os pais
“Vejo pais que reclamam de tudo e de todos, não sabem ouvir não, não sabem trabalhar as perdas. São adultos, mas com idade emocional não desenvolvida. Para atuar como verdadeiros mestres, pai e mãe precisam estar equilibrados emocionalmente. Devem desligar o celular no fim de semana e ser pais. Muitos são viciados em smartphones, não conseguem se desconectar. Como vão ensinar os seus filhos e fazer pausas e contemplar a vida? Se os adultos têm o que eu chamo de síndrome do pensamento acelerado, que é viver sem conseguir aquietar e mente, como vão ajudar seus filhos a diminuírem a ansiedade?”
 Lilian Prada 
 http://mdemulher.abril.com.br/cultura/claudia/nunca-tivemos-uma-geracao-tao-triste

Elaine Saes

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Diante de Tudo

Pais, avós, tios, padrinhos, evangelizadores, educadores, Somos Formadores...

Diante de tudo, estabelece Jesus para nós todos uma conduta básica, de que todas as providências exatas se derivam para a solução dos problemas no caminho da vida.
Sombra - Caridade da luz.
Ignorância - Caridade do ensino.
Penúria - Caridade do socorro.
Doença - Caridade do remédio.
Injúria - Caridade do silêncio.
Tristeza - Caridade do consolo.
Azedume - Caridade do sorriso.
Cólera - Caridade da brandura.
Ofensa - Caridade da tolerância.
Insulto - Caridade da prece.
Desequilibrio - Caridade do reajuste.
Ingratidão -  Caridade do esquecimento.

Diante de cada criatura, exerçamos a caridade do serviço e da bênção.
Todos somos viajores na direção da Vida Maior.
Doemos amor a Deus, na pessoa do próximo, e Deus, através do próximo, dar-nos-á mais amor.

Bezerra de Meneses
livro Caminho Espírita - Francisco Cândido Xavier

terça-feira, 31 de maio de 2016

Herculano Pires


José Herculano Pires foi o que podemos chamar homem múltiplo. Em todas as áreas do conhecimento em que desenvolveu atividades – dentro e fora do movimento doutrinário – sua inteligência superior iluminada pela doutrina espírita e pela cultura humanística brilhava com grande magnitude, fazendo o povo crescer espiritualmente.

Herculano Pires foi mestre em Filosofia da Educação na Faculdade de Filosofia de Araraquara e membro da Sociedade Brasileira de Filosofia. Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo e fundador do Clube dos Jornalistas Espíritas de São Paulo, que presidiu por longos anos. Diretor da União Brasileira de Escritores e vice- presidente do Sindicato dos Escritores de São Paulo. Presidente do Instituto Paulista de Parapsicologia (...). E, o que é mais importante:

Espírita desde os vinte e dois anos de idade, ninguém no Brasil e no estrangeiro mergulhou tão fundo nas águas cristalinas da Codificação Kardeciana e ninguém defendeu mais e com mais competência do que ele a pureza doutrinária (...)

(Do livro  J. Herculano Pires, o Apóstolo de Kardec,  de Jorge Rizzini)

terça-feira, 3 de maio de 2016

Oração à Mulher

Missionária da vida, ampara o homem para que o homem te ampare.

Não te conspurques no prazer, nem te mergulhes no vício.

A felicidade na Terra depende de ti, como o fruto depende, da árvore.

Mãe, sê o anjo do Lar.

Esposa, auxilia sempre.

Companheira, acende o lume da esperança.

Irmã, sacrifica-te e ajuda.

Mestra orienta o caminho.

Enfermeira, compadece-te.

Fonte sublime, se as feras do mal te poluíram as águas, imita a corrente cristalina que no serviço infatigável a todos expulsa do próprio seio a lama que lhe atiram.

Por mais que te aflija a dificuldade, não te confies à tristeza ou ao desânimo.

Lembra os órfãos, os doentes, os velhos e os desvalidos da estrada, que esperam por teus braços e sorri com serenidade para a luta.

Deixa que o trabalho tanjas as cordas celestes do teu sentimento para que não false a música da harmonia aos pedregosos trilhos da existência terrestre.

Teu coração é uma estrela encarcerada.

Não lhes apagues a luz para que o amor resplandeça sobre as trevas.

Eleva-te, elevando-nos.

Não te esqueças de que trazes nas mãos a chave da vida, porque a chave da vida é a gloria de Deus.

Meimei

Extraído do livro MÃE - Espíritos diversos - Francisco Cândido Xavier.

sábado, 16 de abril de 2016

Força. Fé e Coragem

Dia das Mães se aproximando e começamos  a voltar nossos olhos para as questões familiares.

 Excelente oportunidade para refletirmos que está na hora de pararmos de sofrer. Sofremos muito, por assuntos que não nos dizem respeito.

Sofremos porque o outro não faz alguma coisa, porque não reconhece nosso esforço, porque não ajuda... Então sofremos com um problema que é do outro. Vivemos grudados a coisas e a pessoas e não a uma meta.

Qual a meta de nossa encarnação. Você parou para pensar?

É preciso amadurecer, se o outro não faz, não quer ou não vê, paciência, não adianta falar, pode acabar em discussão, é pior. Então o que fazer? Entender e aceitar que o caminhar é dele e que Deus está vendo e cuidando. O que nos cabe é fazer o nosso caminhar, da forma como acharmos correto, dando o exemplo, e assim é possível que ajudaremos o outro a despertar. Mas quietinhos, sem orgulho, sem arrogância e com bondade no coração.

A natureza nos ensina que tudo tem seu tempo.

Isso não é egoísmo, é viver em paz.

Está na hora de expandirmos a nossa consciência, compreender qual o sentido da existência, lemos os textos espíritas, achamos tudo muito bonito, mas na verdade se faz urgente entende-los, sentir o que querem nos dizendo.

Sei muito bem que não é fácil, de repente a carga vai pesando e quando menos se espera, estamos desanimados, tristes, nervosos, chorosos, por isso digo:

É preciso tomar muito cuidado com os excessos... Bebida, comida, sexo, descanso, maledicência, preocupações... Atraímos para junto de nós espíritos afins.


Pensamento firme. Que em nossas costas haja luz. A luz que afasta as trevas.

Jesus, nosso Mestre, viveu entre os homens para ensinar através dos exemplos. Teve uma vida dura, e buscava força no Alto, e nunca desistiu de viver. Compreendeu a todos e a tudo. Fez seu caminho e quem quisesse que o seguisse. Respeitou a vontade do próximo sem gritos, sem arrogância. Com simplicidade.

Mostrou que tudo valeu a pena. "Que meu reino não é deste mundo."


Vamos vigiar nossos pensamentos, mantendo eles claros com esses princípios.

Venceremos.

Elaine Saes






sábado, 2 de abril de 2016

Palavras de Mãe

"Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser". João, 2:5.

O Evangelho é roteiro iluminado do qual Jesus é o centro divino. Nessa Carta de Redenção, rodeando-lhe à figura celeste, existem palavras, lembranças, dádivas e indicações muito amadas dos que lhe foram legítimos colaboradores ao mundo.

Recebemos aí recordações amigas de Paulo, de João, de Pedro, de companheiros outros do Senhor, reminiscências de Maria. Examinemos suas preciosas palavras em Caná, cheias de sabedoria e amor materno.

Geralmente, quando os filhos procuram a carinhosa intervenção da mãe é que se sentem órfãos de ânimo ou necessitados de alegria. Por isso mesmo, em todos os lugares do mundo, é comum observarmos filhos discutindo com os pais e chorando ante corações maternos.

Interpretada com justiça por anjo tutelar do Cristianismo, às vezes é com imensas aflições que recorremos à Maria.

Em verdade, o versículo do apóstolo João não se refere a paisagem dolorosas. O episódio ocorre numa festa de bodas, mas podemos aproveitar-lhe a sublime expressão simbólica.

Também nós estamos a festa de do Evangelho com a Terra. Apesar dos quase vinte séculos decorridos, o júbilo ainda é de noivado, porquanto não se verificou até agora a perfeita união... Nessa grande concerto da ideia renovadora, somos serventes humildes. Em muitas ocasiões, esgota-se o vinho da esperança. Sentimo-nos extenuados e desiludidos... Imploramos ternura maternal e eis que Maria nos responde:
Fazei tudo quanto Ele vos disser.
O conselho é sábio e profundo e foi colocado nos princípios dos trabalhos de salvação.

Escutando semelhante advertência de mãe meditemos se realmente estaremos fazendo tudo quanto o Mestre nos disse.
Emmanuel
Fonte Mãe - Espíritos diversos - Francisco Cândido Xavier

O Evangelho e a Mulher

"Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo". Paulo Efésios 5:28

Muita vez, o apóstolo dos gentios tem sido acusado de excessiva severidade para com o elemento feminino. Em alguns trechos das cartas que dirigiu às igrejas. Paulo propõe medidas austeras que, de certo modo, chocaram inúmeros aprendizes. Poucos discípulos repararam, na energia das palavras dele, a mobilização dos recursos do Cristo, para que se fortalecesse a defesa da mulher e dos patrimônios de elevação que lhe dizem respeito.

Com Jesus, começou o legítimo feminismo. Não àquele que enche as mãos de suas expositoras com estandartes coloridos das ideologias políticas do mundo, mas que lhes traça nos corações diretrizes superiores e santificantes.

Nos ambientes mais rigorosistas em matéria de fé religiosa, quais o do Judaísmo, antes do Mestre, a mulher não passava de mercadoria condenada ao cativeiro. Vultos eminentes, quais David e Salomão, não conseguiram fugir aos abusos de sua época, nesse particular.

O Evangelho, porém, inaugura nova era para as esperanças femininas. Nele vemos a consagração da Mãe Santíssima, a sublime conversão de Madalena, a dedicação das irmãs de Lázaro, o espírito abnegado das senhoras de Jerusalém que acompanham o Senhor até o instante extremo. Desde Jesus, observamos crescente respeito na Terra pela missão feminil.
Paulo de Tarso foi o consolidador desse movimento regenerativo. Apesar da energia áspera que lhe assinala as palavras, procurava levantar a mulher da condição de aviltada, confiando-a ao homem, na qualidade de mãe, irmã, esposa ou filha, associada aos seus destinos, e, como criatura de Deus, igual a ele.
Emmanuel
Fonte Mãe - Espíritos diversos/ Francisco Cândido Xavier

sábado, 26 de março de 2016

Os Contos na Formação Ética e Moral de Crianças da Educação Infantil

 
Os contos são capazes de responder perguntas tão instigantes que atormentam o interior das crianças e as atraem, espontaneamente, por relatarem conflitos semelhantes aos que estão presentes em seu interior. Ao demonstrarem o real de maneira indireta e simbólica, permitem a sua assimilação de forma menos traumática, auxiliando na compreensão do mundo sem comprometer o seu desenvolvimento emocional, com uma linguagem pertencente ao universo infantil.

Sendo assim, os contos favorecem a passagem do nível simbólico para o real de modo gradativo, sem transtorno ao emocional da criança, pois é internalizado por ela de forma diferente em cada faixa etária, de acordo com seu nível de conhecimento e maturação. Por esse motivo, através dos contos, é possível demonstrar com mais clareza às crianças a diferença entre o que é considerado certo e o que é considerado errado em nossa sociedade, pois apesar de alguns contos terem sido criados há séculos, eles tratam de assuntos que lidam diretamente com características e sentimentos que estão presentes no homem, como: o medo, a perda, a morte, a vida, o bem, o mal, o certo, o errado, o esperto, o tolo, o fraco, o forte, assuntos, sentimentos e características que estão e sempre estarão presentes no ser humano e, sendo assim, em todas as sociedades.

Por meio da utilização dos contos, em sala de aula, os educadores podem alcançar objetivos e obter atitudes esperadas em nível moral e ético, mesmo de crianças tão pequenas, pois eles podem ser utilizados como auxílio para resolver conflitos, que surgem na sala de aula, como a violência, a mentira, a agressividade, a indisciplina, a repulsa pelas regras, atitudes tão presentes em crianças da educação infantil que se encontram na fase egocêntrica.

Percebe-se que, por meio do contato com os contos, as crianças conseguem compreender as questões sociais relacionadas à ética e à moral, bem como assuntos complexos, que podem ser abordados pelo professor por meio dos mesmos, de maneira fácil e lúdica.

Através dos contos, a criança pequena é capaz de perceber o mal e o bem, assimilando, assim, o que é socialmente aceito e o que é socialmente desprezado, pois ela se encontra na fase de incorporação das regras sociais. Dessa forma, ao trabalhar com os contos de forma didática, o professor não apresenta apenas a literatura infantil como algo prazeroso, que de fato é, mas a apresenta como uma forma de aprendizagem, podendo levá-la até mesmo a ser utilizada como forma de ensino aprendizagem, servindo para alfabetização e para despertar, no aluno, o prazer pela leitura e escrita.

A utilização dos contos na educação infantil vem possibilitar, assim, uma educação voltada para a valorização do raciocínio, para a análise, a reflexão, o respeito às diversas interpretações e ideias, para o estímulo ao ato de ler, a exaltação aos valores morais e éticos.

Por mais que o objetivo da literatura infantil seja o de permitir o imaginário, proporcionando prazer ao leitor ou ouvinte, ela pode e deve ser utilizada pelos pais e educadores para instruir e educar, pois uma aprendizagem divertida e prazerosa obtém, sempre, mais resultados por ser significativa, principalmente, quando se refere à aprendizagem de crianças.

Destaca-se, portanto, nesse artigo, as contribuições dos contos à formação da criança, tanto ética e moral, quanto intelectual e social, por meio da valorização do universo infantil e da ludicidade, destacando ainda a sua função didática e sua abordagem psicológica. E para efetivação deste trabalho, realizou-se pesquisas bibliográficas sobre a psicologia infantil, a ética e a moral, a literatura infantil, fazendo possível a correlação desses assuntos a partir dos contos populares.

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Fonte: https://psicologado.com/atuacao/psicologia-escolar/os-contos-na-formacao-etica-e-moral-de-criancas-da-educacao-infantil © Psicologado.com

domingo, 6 de março de 2016

PAI NOSSO

“Pai Nosso...” Jesus (Mateus, 6:9)
 
A grandeza da prece dominical nunca será devidamente compreendida por nós que lhe recebemos as lições divinas.

Cada palavra, dentro dela, tem a fulguração de sublime luz. De início, o Mestre Divino lança -lhe os fundamentos em Deus, ensinando que o Supremo Doador da Vida deve constituir, para nós todos, o princípio e a finalidade de nossas tarefas.

É necessário começar e continuar em Deus, associando nossos impulsos ao plano divino, a fim de que nosso trabalho não se perca no movimento ruinoso ou inútil.

O Espírito Universal do Pai há de presidir-nos o mais humilde esforço, na ação de pensar e falar, ensinar e fazer.

Em seguida, com um simples pronome possessivo, o Mestre exalta a comunidade.

Depois de Deus, a Humanidade será o tema fundamental de nossas vidas.

Compreenderemos as necessidades e as aflições, os males e as lutas de todos os que nos cercam ou estaremos segregados no egoísmo primitivista.

Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a Terra pertencem-nos, de algum modo.

Os soluços de um hemisfério repercutem no outro.

A dor do vizinho é uma advertência para a nossa casa.

O erro de um irmão, examinado nos fundamentos, é igualmente nosso, porque somos componentes imperfeitos de uma sociedade menos perfeita, gerando causas perigosas e, por isso, tragédias e falhas dos outros afetam-nos por dentro.

Quando entendemos semelhante realidade o "império do eu" passa a incorporar-se por célula bendita à vida santificante.

Sem amor a Deus e à Humanidade, não estamos suficientemente seguros na oração.

“Pai nosso...” — disse Jesus para começar.

Pai do Universo... Nosso mundo...

Sem nos associarmos aos propósitos do Pai, na pequenina tarefa que nos foi permitido executar, nossa prece será, muitas vezes, simples repetição do “eu quero”, invariavelmente cheio de desejos, mas quase sempre vazio de sensatez e de amor.
Emmanuel
livro Fonte Viva psicografia de Francisco Cândico Xavier

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Francisco de Assis



         
O Menestrel de Deus

 
Refletir sobre a vida de Francisco de Assis é uma oportunidade de relembrar a época do Cristo, os momentos difíceis da idade média e o surgimento do Espiritismo na Terra, bem como nos permite avaliar o significado da paz e do amor.
Na obra “Dias Venturosos”, o espírito Amélia Rodrigues, através da mediunidade de Divaldo Franco, informa-nos que Francisco de Assis é a reencarnação de João Evangelista, que foi um dos maiores apóstolos de Jesus.
João escreveu um dos evangelhos que compõem o Novo Testamento e foi o único dos discípulos que desencarnou de forma natural, sem que tenha sido morto cruelmente. Escreveu, também, o apocalipse, que trata do período de transição planetária que estamos vivendo, não obstante esteja revestido de muita simbologia.
João conheceu Jesus quando era muito novo, por volta dos 15 anos de idade, e dedicou toda a sua vida ao evangelho. Após a crucificação do Cristo foi viver em Éfeso, onde passou a pregar a Boa Nova, tendo convidado Maria de Nazaré para morar consigo.    
É bom lembrar que João foi o único narrador do evangelho a registrar a conversa entre Jesus e Nicodemos, quando o Mestre enfatiza que é necessário nascer de novo para ver o Reino dos Céus, falando, portanto, sobre a reencarnação e sua importância na evolução espiritual da criatura humana.
De personalidade gentil e amorosa, João regressa ao cenário do mundo físico no século XII, em Assis, numa época de profunda miséria moral do ser humano, que estava distante de Deus e das propostas libertadoras do Cristo.
A Igreja Católica estava contaminada pelo luxo e pela indiferença em relação à miséria e ao sofrimento do povo, por isso Jesus o convidou a reconstruir a Igreja. Posteriormente, Francisco de Assis entenderia que o convite não era para reerguer fisicamente a igrejinha de São Damião, mas para chamar a atenção das autoridades eclesiásticas de que o amor ao próximo é a grande mensagem do Cristo para o mundo.
Dessa forma, Francisco de Assis, que renunciou a toda riqueza da família, vai com um grupo de amigos até o Palácio de Latrão, em Roma, onde viu o Papa Inocêncio III mergulhado em luxo e diplomacia, conseguindo apenas uma benção e algumas palavras de encorajamento.
Francisco de Assis prosseguiu amando e servindo a todos, inclusive os hansenianos e os desprezados do mundo. Tinha um carinho especial com a natureza, pois amava os animais e os vegetais, sendo que, em algumas situações, aqueles obedeciam as suas ordens.
A prece de Francisco de Assis é uma das mais belas e profundas, tanto que o espírito Camilo, no livro “A Carta Magna da Paz”, de psicografia do médium Raul Teixeira, além de tratar de outros assuntos, faz uma incomparável abordagem sobre a citada prece.
Num dos capítulos do livro, Camilo destaca o trecho “Senhor, faze de mim um instrumento da tua paz”.
Diz o benfeitor que o trecho “faze de mim” reflete o nosso desejo de ofertar o melhor para o próximo e para a vida, tratando-se, dessa forma, de uma decisão íntima, uma vez que não há como impor tal forma de agir a ninguém.
Camilo ainda assevera que ao usar o termo “um instrumento”, Francisco de Assis desejava somar e não ser o único a trabalhar em favor da paz, senão teria dito que ansiava por ser o instrumento da paz.
Assim sendo, a rogativa de Francisco de Assis mostra-se atual e pertinente, porque nestes dias difíceis necessitamos converter nossa vida num evangelho de feitos com o escopo de conquistar a verdadeira felicidade e aliviar o sofrimento alheio, e, para isso, temos que despertar para o convite do Cristo e decidirmos lucidamente em sermos um instrumento da paz, no lar, no ambiente profissional e na vida social.
Na obra “A Carta Magna da Paz”, Camilo também traz à baila uma observação significativa, ao mencionar o método da contestação franciscana.
Diz ele que Francisco de Assis discordava de muitas coisas, mas nunca adotou posições violentas, críticas verbais dissolventes, acidez no trato com seus irmãos de caminho, nenhum anátema, mas contestava com a criação de alguma coisa nova. Dessa maneira, não maldiz, não pragueja os ricos: vive com pobre. Não promove ruptura com a igreja, cheia de equívocos: trata de viver no seu bojo toda a luz e todo o vigor aprendido no Evangelho de Jesus. Não instiga uma classe contra outra: propõe condições de vida em que qualquer luta de classes deixa de ter sentido.
Deveremos adotar essa postura pacífica (contestar agindo no bem), de forma que ao discordarmos de algo, não precisamos ser violentos, rudes, maledicentes, basta dar o exemplo pessoal, agindo de forma correta, elevada e pautada pelo amor, sem a presunção de mudar o próximo, mas para a edificação da plenitude interior.
Nesse período de transição planetária, o vigor do exemplo pessoal, da fidelidade ao evangelho terá mais efeito do que discursos e palavras.   
Francisco de Assis tinha o corpo frágil, contraiu malária e hanseníase, ficou cego, experimentou a fome por conta dos jejuns e da falta de alimentos, mas, como registra o espírito Joanna de Ângelis, no livro “Liberta-te do Mal”, suportou tudo com paz, cantando louvores a Deus e aos Irmãos da Natureza, certamente para nos ensinar a conduta ideal perante o sofrimento.
Seu espírito iluminou a grande noite da idade média, convidando-nos a uma vida simples e com pureza no coração.
Ao desencarnar em 4 de outubro de 1226, Francisco de Assis murmurou: Fiz o que me cabia. E após suave pausa entrecortada pela respiração débil, concluiu: Que Cristo vos ensine o que vos cabe. As Irmãs cotovias, algumas das quais ouviram-no cantar a Palavra um dia no passado, fizeram-se presentes com outras, alegres com a libertação de Francisco, voando em círculos sobre a choupana modesta em que ele se encontrava na amada Porciúncula. (Narrativa de Joanna de Angelis na obra “Liberta-te do Mal”).   
Com o objetivo de minimizar o sofrimento da criatura humana, Francisco de Assis opta por participar de um grande momento da Terra, qual seja, a vinda da religião espírita.
Ao compulsar o item “prolegômenos” do Livro dos Espíritos, vemos os nomes de alguns notáveis espíritos que participaram da codificação da doutrina espírita, dentre eles, São João Evangelista.
Nas recentes obras de Divaldo Franco, o espírito Philomeno de Miranda descreve algumas admoestações de Francisco de Assis proferidos no mundo espiritual, que, dentre as inúmeras atribuições, tem auxiliado na expansão da doutrina espírita.
Cabe-nos refletir sobre a vida desse notável espírito, trabalhador incansável do evangelho.

Por essa razão, Joanna de Ângelis, na citada obra, homenageia-o com o título “Menestrel de Deus”, que significa poeta medieval de Deus, haja vista que depois de Jesus, Francisco de Assis foi quem mais conseguiu viver o sentimento do amor, sendo para nós a expressão da simplicidade e da paz.   
        
ALESSANDRO VIANA VIEIRA DE PAULA 
 



Humberto de Campos: o homem, o escritor, o amigo

 
      
Em cada alma pulsa uma predileção; em Humberto de Campos, a sabedoria com as palavras.


Os acontecimentos lhe renderam muita história a ser escrita começando pela do cajueiro de quando era menino. E como todo menino um dia se transforma em homem, surgiu o grande escritor, o grande cronista.

Humberto também criou pseudônimos; o primeiro foi o Conselheiro XX e, por força de uma circunstância, surgiu o Irmão X.

Como cada alma possui fases, Humberto de Campos também as viveu. Teve a fase de escrever sem quase conseguir manter nem a comida; depois, com certa mudança de estratégia, iniciou nova fase, com uma maneira de expor negativamente sem muito pensar.

Para tudo existe apoio, tanto para o progresso, como para o atraso, mas quando a evolução não é a tônica, tende a ficar demasiado desgastante. E foi o que ocorreu com essa fase: o dinheiro e o reconhecimento vieram, mas, se este é ilusório, não preenche a essência da alma.

Ele voltou-se então para si; buscou algo que lhe trouxesse o propósito para o coração. Começou pela forma de mensagens mais amorosas e, a partir disso, levou alento a tantas pessoas por meio de suas crônicas e respostas às cartas dos leitores. E quando nos sentimos assim é porque, de alguma forma, estreitamos os laços com o Criador, pois Deus é amor e representa o mais nobre sentimento que um ser é capaz de experienciar.

Humberto, que ficara parcialmente cego, sem que nenhum dos recursos por ele tentados fosse capaz de lhe restaurar a luz na vida terrena, depois de sua desencarnação compreendeu a verdadeira realidade e, então, a luz lhe surgiu como a janela que se abre num vasto campo numa manhã de primavera.

Quando a verdade visita o coração, a vida passa a ter sentido, pois se a alma não é deste plano, o sentido absoluto só pode vir da verdade do ensinamento de Jesus que  dizia: “O meu reino não é deste mundo”. E Humberto, após breves três meses de seu passamento, voltou ao cenário do mundo literário por meio do médium Francisco Cândido Xavier, trazendo-nos suas crônicas de além-túmulo que muito sacudiram as opiniões, conquanto seu definido objetivo fosse trazer luz para caminhos melhores aos ainda encarnados.

O espírito Humberto de Campos, com palavras fraternas e instrutivas, renovou aos brasileiros e aos leitores interessados que a bondade é força preponderante para a evolução, que a humildade e a honestidade dignificam a pátria terrena e a espiritual, que a fé e a determinação na nova vida devem estar presentes tanto em tempos felizes quanto nos difíceis dias, que o desânimo e a descrença jamais devem ser capítulos cinza nas páginas do livro de nossa história, que a luz do Mestre Jesus ilumina a estrada do progresso e que o “Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho” possa quanto antes ser a estrela abençoada a guiar os que aqui se encontram e abrigar com amor, doçura e sabedoria os vindouros irmãos necessitados de amparo e luz.

Recolhendo-se ao anonimato, por razões de força maior, continuou, sob o pseudônimo de Irmão X, o nobre trabalho com suas palavras esclarecedoras e amorosas, presentes nas crônicas de louvor pela vida, a ecoar nos corações que ainda pouco conhecem a mensagem bondosa e fortalecendo os que já encontraram o início do aprazível brilho do céu.
 

Influenciar para o bem


              
“Enche-te, pois, de calma e bom ânimo, em todas as situações.”
                  Emmanuel, no livro “Fonte Viva”, item 61 - Francisco C. Xavier
       

Dentro do contexto social em que vivemos, seguidamente influenciamos o meio onde atuamos e somos também influenciados por ele.

Desde o nosso despertar, estamos recebendo uma gama infinita de informações e apelos que vão, paulatinamente, determinando as nossas ações durante as horas do dia.

Geralmente no café da manhã já estamos de posse dos jornais, cujas notícias exercem notável influência sobre o pensamento que estamos elaborando. Assim também atua o rádio e a televisão com o noticiário que divulgam.

Dessa forma, ao sairmos para o trabalho, ou mesmo ao iniciarmos nossas atividades domésticas, já recebemos uma grande quantidade de fatores de influência e, quando vacila a criatura, não tendo firmeza quanto aos seus pontos de vista, opiniões etc., a partir deste instante poderá permitir que suas ideias e mentalizações tomem rumos ignorados e imprevistos.

A notícia de uma tragédia ou de um acontecimento mais triste poderá, dependendo do indivíduo, determinar qual será sua conduta pelas horas do dia, geralmente contribuindo para que seus momentos sejam de desequilíbrio e infelicidades, bem como também as informações otimistas, alegres poderão ajudá-lo a desfrutar de momentos num clima de festividade e equilíbrio emocional.

Diante, portanto, dessa insofismável realidade é imprescindível que cada um de nós, dentro dos recursos de que dispomos, venhamos a censurar as informações e noticiários que iremos absorver, pois que eles, sem dúvida, exercerão sensíveis influências sobre o nosso comportamento.

Aconselhável então, pela manhã, a feitura de uma prece, pois através dela manteremos ligações mentais com as forças do bem; a leitura de páginas edificantes e confortadoras; a absorção de noticiário equilibrado, despido de sensacionalismos e vibrações de baixo teor, pois agindo com cuidado na seleção de nossos fatores de influência, estaremos mais seguros para caminhar com acerto e determinação.

Idêntico cuidado deveremos observar, também, quando vamos dormir, pois o corpo necessita de descanso para a necessária reposição de forças; já nós, Espíritos, deixamos a vestimenta carnal e prosseguimos as nossas atividades fora da matéria, e, também, carregaremos conosco as últimas impressões do dia, que poderão ser boas ou más, o que, obviamente, determinará a qualidade da nossa noite.

Mas se somos influenciáveis, é muito natural que, de nossa parte, também exerçamos influências nos outros.

Também nesse caso, devemos tomar muito cuidado para verificar o que estamos ofertando aos nossos irmãos do caminho. Estaremos dando a eles otimismo e esperança? Dardejando mensagens de trabalho e perseverança? Grassando exemplos de honestidade e honradez?

Disse-nos Jesus que não devemos oferecer ao próximo aquilo que não queremos para nós mesmos. Assim sendo, se não queremos receber más influências, por parte dos nossos irmãos, também é obvio que não devemos exercer influências infelizes sobre eles.

Aconselhável será sempre que, ao passarmos pelas estradas da vida, possamos deixar nela os rastros da esperança, da alegria, do amor, da fraternidade, da solidariedade, do perdão e do idealismo.

Já que queremos colher boas influências, convém que aos outros ofertemos influências edificantes.
 
WALDENIR APARECIDO CUIN
 
http://www.oconsolador.com.br/ano9/453/ca8.html
               

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